5 fatos da fotografia de gastronomia que você ainda não sabe

Ah esse post sobre fotografia de gastronomia! Um post perigoso, não leia com fome. São 5 fatos sobre fotografia de gastronomia que te deixarão com água na boca, mas tem muito mais que 5, na verdade.

Começou… 5 fatos da fotografia de gastronomia:

1. Quando estou fotografando, as comidas têm aromas… huuuummm Já pensou, no meio do seu trabalho, aquele cheiro de bolo saindo do forno, ou uma torta salgada, ou um chocolate quente… huuuummmm Impossível resistir!

fatos da fotografia de gastronomia
cinnamon roll sendo regado com creme, fundo preto, mesa em madeira.
Fotografia: Bia Nauiack
Produção: Ana Cláudia Spengler
Cliente: Haga Buns
Cheiro mega bom de canela com açúcar, bem quentinho!

2. Algumas vezes, eu preciso dar umas mordidas nas produções. Outras são cortadas com faca, mas as mordidas são essenciais algumas vezes. 😉

fatos da fotografia de gastronomia
mini sonho de goiaba, mordido
cena de café da tarde, com fundo bastante desfocado
Fotografia: Bia Nauiack
Cliente: Rancho da Guaiaca
Chef: Márcia Murara

3. Eu não tenho costume de usar materiais falsos. Calda de chocolate é mesmo calda de chocolate, queijo derretido é queijo derretido. Nada de usar cola, sorvete falso… só uns palitinhos para dar estrutura. É tudo real!

4. As comidas que são escolhidas para as fotografias, são sempre as mais bonitas, isso é fundamental… então, nossa boca se enche de água ao olhar AQUELE morango, AQUELA torta… e são realmente deliciosas.

5. Se a comida é quente, com certeza ela está quente na hora da foto… o que faz voltar ao itens número 1. Concorda?

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Curiosidade: fotografar quando se está grávida é a coisa mais água na boca que existe! Fotografaei uma charlotte quando eu estava grávida, lembro até hoje o tamanho da água na boca que tive.

fatos da fotografia de gastronomia
charlotte de morango, vista em 45 graus, em prato de cristal com pé e morangos enfeitando
Essa é a charlotte que fotografei, ainda com meu equipamento de entrada, que foi muito marcante para mim. Hoje faria uma fotografia diferente, mas não pude deixar de contar a história.
Fotografia: Bia Nauiack
Cliente: Nutricionista Melissa Santos para Schär, produtos sem glúten
Água na boca total!

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Venha fazer fotografias de gastronomia com seus produtos e deixar seus clientes cheios de água na boca! Entre em contato!

A fotografia sustentável é possível!

Há muito tempo tenho pensado na fotografia sustentável, em ser mais sustentável dentro dos meus trabalhos, em processos mais minimalistas. 

flor de alho poró semi desfocada, mas com desfoque muito maior ao fundo, onde temos uma área ensolarada e verde, em desfoque profundo
Fotografia: Bia Nauiack
Cliente: Rancho da Guaiaca
Fotografia com a luz da natureza incrível que só o Rancho da Guaiaca tem

Por que ser mais sustentável na fotografia?

Porque nós merecemos! Porque merecemos um planeta limpo, com ideias mais saudáveis, um mundo melhor.

Luiz Felipe Simon em desfoque, ao fundo, segurando com a mão direita (ao lado esquerdo da foto) o planeta terra de cabeça para baixo; segurando com a mão esquerda (ao lado direito da foto) uma pasta de amendoim that's Nuts com canela
Fotografia: Bia Nauiack
Cliente: a queridíssima That’s Nuts e seu CEO Luiz Felipe Simon
Fotografia em luz natural, usando recursos da câmera

A fotografia tem um grande impacto ambiental? Essa foi uma das perguntas que fiz a mim mesma. Vejo que o impacto depende do tamanho do consumo do fotógrafo e das sessões. Eu tento minimizar o impacto ambiental do meu trabalho fazendo práticas mais sustentáveis.

Como?

Os pilares que mais uso para a minha fotografia ser sustentável:

  • Uso dos equipamentos. Eu tenho equipamentos muito bons, que estão comigo há anos, cuido muito bem deles, faço manutenções regulares, tenho técnicos que me apoiam e ajudam a mantê-los em ordem por mais tempo. Por exemplo: Preciso trocar de computador ou posso apenas fazer um upgrade na minha própria máquina? É claro que os equipamentos tem um tempo de uso, mas podemos fazer a utilização máxima deles, antes de comprar novos.
  • Número de clicks. As câmeras fotográficas, os flashes, pilhas (recarregáveis de qualidade) e baterias têm uma vida útil conforme o uso. Quanto melhor o click, quanto mais acertivo, menor será o desgaste do equipamento, portanto, ele durará mais tempo. Procuro não sair fazendo mais clicks que o necessário para um excelente trabalho.
  • Quantidade e qualidade de equipamentos. Será que é necessário ter tantos equipamentos? Pode ter câmera fotográfica melhor que a minha no mercado? Acredito que não é o equipamento que faz as fotografias, e sim o fotógrafo. Adianta eu ter recursos que não utilizo? Uso muito do minimalismo para minha fotografia. Se a luz natural está ótima , não monto flash. Se minha câmera é suficiente para as fotografias dos meus clientes, não preciso de uma com mais pixels.
  • O descarte correto dos equipamentos também é muito importante. Quando há necessidade de descarte, o que ocorre pouco com meus equipamentos, eu levo nos lugares corretos. Baterias, pilhas, eletrônicos, cada um no seu lugar.
  • Outro processo sustentável que estou adotando é ter menos geração de lixo e mais aproveitamento durante as sessões, nas produções fotográficas. Tanto de fundos, utilitários, quanto de produtos de cena e produtos de clientes.

E assim, vou colaborando com esse mundão lindo!

Tenho buscado muitas informações. Esse post é um compilado de tudo o que implantei e, se você quiser complementar com suas ideias, mande uma mensagem para mim. Ficarei muito feliz em ser ainda mais sustentável!

A fotografia de arquitetura noturna mostra elementos diferentes da fotografia diurna

A fotografia de arquitetura noturna mostra elementos diferentes da fotografia de arquitetura diurna. Você concorda?

Há obras arquitetônicas que ficam evidenciadas quando a noite chega. Alguns elementos podem sobressair na luz do dia, outros, quando bem iluminados, à noite.

Fotografia de arquitetura diurna: Casa com telhado invertido, volumes bem marcados e cobogó na fachada, fotografada à luz do dia. Isso evidencia os volumes da fachada.
Projeto e execução: Cristiano Eduardo Moro Réboli
Fotografia: Bia Nauiack
Fotografia de arquitetura noturna: Casa com telhado invertido, volumes bem marcados e cobogó na fachada, fotografada à noite. Isso evidencia os cobogós da fachada, por onde vaza a luz do interior da casa.
Projeto e execução: Cristiano Eduardo Moro Réboli
Fotografia: Bia Nauiack

É importante ouvir o profissional que concebeu o projeto, para pensar qual a melhor opção na hora de fotografar seus espaços e suas obras.

O uso dos espaços também deve ser observado.

A fotografia de arquitetura noturna deve ser feita com maior cuidado que a fotografia à luz do dia. Ela é extremamente técnica, com uso adequado de equipamentos e ajustes corretos da câmera.

Projeto e execução: Cristiano Eduardo Moro Réboli
Fotografia: Bia Nauiack

Por que procurar um bom profissional para fotografar arquitetura à noite?

Para a fotografia ter a qualidade técnica essencial para mostrar todas as características dos seus projetos, que foram tão bem pensados e tão bem executados.

Os dois maiores erros da fotografia de arquitetura noturna são: imagem tremida e pixels aparecendo. Características essas que são resolvidas com técnicas de fotografia.

Um bom fotógrafo de arquitetura fará com que seu projeto seja registrado da melhor forma: estudará a(s) melhor(es) hora(s) para fotografar, fará os clicks com os equipamentos adequados e fará o tratamento e pós-produção corretos para seus trabalhos.

Por fim, você poderá divulgar seu trabalho com melhor qualidade. Isso faz seu trabalho ter maior engajamento na divulgação de seus projetos, consequentemente, mais e melhores clientes.

Entre em contato comigo para me contar um pouquinho do seu trabalho e decidirmos juntos quais os melhores momentos para registrá-lo.

Fotografia de hotéis, imagens com identidade!

No final do ano passado, fotografei dois hotéis para a Rede Slaviero. Cada hotel tem suas características únicas, e cada fotografia de hotel deve transmitir isso aos espectadores.

Eles me deram um pequeno briefing, para fotografar os detalhes das instalações dos hotéis, que são lindíssimos e bem cuidados, facilitando meu trabalho. Assim, as fotografias são exatamente o que os hóspedes encontram lá.

Primeiro fotografei o Hotel Slaviero Essential Ingleses Convention. Este hotel é pé na areia, com piscina externa e piscina interna, tem sala de convenções e tem um restaurante que serve camarões deliciosos! (Aprovadíssimos por mim!)

O que eu mais achei fantástico? Ele serve muito bem para as férias tranquilas em família e também para um evento corporativo de sucesso.

 

O segundo hotel que fotografei foi o Hotel Slaviero BRUT, um hotel super conceitual, em Balneário Camboriú. Hotel muito agradável, com ambientes sofisticados e um restaurante-bar incrível! E uma surpresa: o hotel tem champagne exclusiva com seu próprio nome!

O que chama muito a atenção neste hotel? Seus acabamentos são lindíssimos, os designs dos ambientes, o serviço… e o restaurante que, além de lindo, com ambiente sofisticados, tem uma gastronomia deliciosa. Um ótimo lugar para almoços, happy hours e jantares.

 

Fazendo esse post com  essas fotografias, quero voltar aos dois hotéis imediatamente, de tão gostosos que foram esses dois dias fotografando! E quero conhecer os outros também…

Aqui em Curitiba, meu preferido é o Hotel Slaviero Full Jazz. Ele é um hotel super conceitual, com ambientes sofisticados e muito bem projetados. Eu tenho uma memória afetiva no Full Jazz, em dois momentos importantes da minha vida: minha noite de núpcias (ah, aquele café da manhã servido no quarto!) e uma noite que fiz mudança de casa e me hospedei lá, entre sair de um apartamento e me instalar em outro.

Ah, minha família acabou indo comigo neste trabalho… e o serviço dos hotéis também foi impecável!

 

Rancho da Guaiaca, tudo-de-bom-e-de-bem! (fotografia de hotéis e restaurantes)

Em 2012 fui convidada a fotografar um lugar muito especial: o hotel Pousada Rancho da Guaiaca, em Palmeira, no interior do Paraná. Eis que agora, em 2017, surge novamente o convite para fotografar as melhorias do Rancho, sua gastronomia excelente e sua natureza, que é espetacular.

O Rancho é um lugar para quem gosta do campo, de muita paz e tranquilidade, com muito conforto e bem-estar. A gastronomia é um capítulo à parte, elaborada pela competente Chef de Cuisine Márcia Murara Nauiack. (Vejam as fotos, mas vão até lá provar!!!!) O respeito pela natureza está em cada detalhe de mata nativa e reflorestamento, onde pode-se fazer trilhas, caminhadas, aproveitar as cachoeiras com piscinas naturais, andar a cavalo, ver o pôr-do-sol…

Há muitos outros dolce far niente garantidos: biblioteca, jogos, lareira, piscina aquecida (siiiim, dá para usar no friozão do inverno também), praticar preguiçoterapia…

Uma das coisas que mais adoro, além do ritmo slow de lá, é o cuidado com o preparo dos alimentos, com a horta na porta da cozinha, com a chef preocupada de onde vem os ingredientes e como aproveitá-los ao máximo. Mais um detalhe muito generoso e delicado da chef: se o hóspede avisa de alguma restrição alimentar antecipadamente, ela elabora um cardápio especialmente para ele. Genial hein!

Confere aí tudo o que o Rancho oferece, aproveita e faz uma reserva para relaxar uns dias. Tudo lá é maravilhoso!

Ah, tem uma coruja que chama-se Doralice, ela construiu um ninho bem pertinho dos hóspedes, para ficar de olho.

Espaço kids e menu kids, tem também!

Espero que gostem,

Bia Nauiack

 

Leia também sobre o Rancho da Guaiaca em:

TripAdvisor – Rancho da Guaiaca

Facebook – Rancho da Guaiaca

Bem Paraná – Rancho da Guaiaca