Fotografias de fachada para o cliente escolher você no Google

Ah, como é importante umas boas fotografias de fachada do seu estabelecimento!

O cliente vai procurar você e seus concorrentes pelo Google, onde você acha que ele escolherá ir: na loja que tem uma fotografia de fachada feia ou na loja que tem a melhor apresentação e fotografia?

Fotografia: Bia Nauiack ©
Cliente: Catherine Fine Teas, Arquiteta Laryssa Rocha, Arquiteta Priscila Mileke, para Casa Cor Paraná 2019

Essa resposta é muito fácil: na sua, porque tem fotografias lindonas, com sua fachada, bem composta, perceptivelmente cheia de cuidado e no melhor ângulo.

Entrada da Churrascaria Velha Napolitana em São José dos Pinhais, com tapetes estendidos no chão, vasos com plantas nos dois lados e portas abertas, convidativas.
Fotografia: Bia Nauiack ©
Cliente: Churrascaria Velha Napolitana

As fotografias dos seus produtos estão ótimas, bem trabalhadas, bem recortadas, ambientadas. Seu site está lindo, com design perfeito. O cliente vai procurar sua localização no Google e encontra uma fotografia tremida, feita com celular, mostrando coisas que nem precisam estar ali…

Umas belas fotografias da sua fachada vão fazer o cliente sentir todo o respeito e cuidado que você tem por ele, e o cuidado que você tem com seus produtos. Acredite!

Fachada da Bem Integral
Fotografia: Bia Nauiack ©
Cliente: Bem Integral Consumo Consciente
Fotografia: Bia Nauiack ©
Cliente: Churrascaria Velha Napolitana

A fachada pode ser considerada a “primeira impressão” que o cliente tem com seu estabelecimento, é sua primeira identificação. Por isso devemos dar a ela a mesma atenção fotográfica que temos com os produtos.

Sempre indico para meus clientes, pelo menos uma fotografia externa, mostrando se tem estacionamento, se tem valet, como é seguro, como é fácil de chegar… e tudo o que é externo ao estabelecimento, que facilita a vida do cliente.

Pensando nisso, criei um pacote Externo+Interno, para seu estabelecimento ter um “rosto” nas redes sociais e ficar ainda mais lindão.

Entre em contato e conheça o pacote! Vem logo!

Aproveite as fotografias de fachada lindonas e convide ainda mais clientes a visitarem seu estabelecimento!

Como classificar High Key e Low Key na fotografia de arquitetura

High Key e Low Key é uma forma de pensar a fotografia priorizando a alta luminosidade ou a baixa luminosidade. Isso depende muito do conceito do ambiente, na hora da concepção do projeto, pelo profissional. Nas fotografias, claramente, a luminosidade – ou falta dela – das imagens se traduz em emoção.

toalete em tons bastante escuros, com metais e louças pretas, iluminação pontual, predominância de sombras
ao lado direito as cubas e mictórios, ao lado esquerdo as cabines com vasos sanitários
Fotografia: Bia Nauiack
Casa Cor Paraná 2019
Jane Rocha e Suzane Simon
toalete em tons bastante claros, com metais dourados e louças brancas, iluminação geral, predominância de luzes
ao lado esquerdo as cubas, ao lado direito as cabines com vasos sanitários
Fotografia: Bia Nauiack
Casa Cor Paraná 2019
Jane Rocha e Suzane Simon

Na Casa Cor Paraná 2019, podemos ver essa dualidade e ambiguidade claramente nos dois Toilletes Funcionais pela designer de interiores Jane Rocha e pela arquiteta Suzane Simon.

High Key e Low Key tem características muito fáceis de serem lidas.

High Key:

  1. Brilho e altas luzes predominam em tons de branco
  2. Poucos pretos e meios tons
  3. No histograma, o maior volume de tons está ao lado direito
  4. É necessário um ambiente bem claro e luminoso, na concepção do projeto
toalete em tons bastante claros, com metais dourados e louças brancas, iluminação geral, predominância de luzes
ao lado direito as cubas, ao lado esquerdo as cabines com vasos sanitários, ao fundo um armário espelhado com uma orquídea sobre eles e um espelho na parede sobre este armário
Fotografia: Bia Nauiack
Casa Cor Paraná 2019
Jane Rocha e Suzane Simon
OBS.: Essa fotografia tem movimento! Olhe de novo.

Low Key:

  1. A fotografia tem muitos tons escuros, pretos e sombras
  2. Poucos brancos e meios tons
  3. No histograma, o maior volume de tons está ao lado esquerdo
  4. Necessário um ambiente bem escuro e com luminosidade planejada para obter sombras, na concepção do projeto
toalete em tons bastante escuros, com metais e louças pretas, iluminação pontual, predominância de sombras
ao lado direito as cubas
ao lado esquerdo os mictórios
Fotografia: Bia Nauiack
Casa Cor Paraná 2019
Jane Rocha e Suzane Simon

Jane Rocha e Suzane Simon conseguiram conceber muito bem esses dois toaletes, com as características arquitetônicas definidas e um projeto luminotécnico muito bem pensado, que foram definitivos para a boa execução das fotografias em high key e low key.

“Todo ser humano tem dentro de si características e sentimentos ambíguos, como o bem e o mal, a alegria e a tristeza, por exemplo. Então, decidimos levar isso para o espaço, até porque, em essência, um ambiente de toalete já tem dois lados opostos, o masculino e o feminino.” explicam as profissionais.

Quando eu entrei no toalete feminino, minha sensação foi de “UAU”! Achei de muito bom gosto e aquele lustre dourado que reflete a luz é divino!

Quando eu entrei no toalete masculino minha reação foi de “UAU, lindo demais, mas como vou fotografar um ambiente tão escuro?”

Por isso é importante entender as técnicas fotográficas para escolher o mais adequado para cada click.

Entre em contato para agendar uma experiência fotográfica para seus projetos!


Fornecedores: Celmar, Coral, Corridoni, Cristina Sá, Deca, É Iluminação, Gessolar, Impermix, Isla Decor, Legno Madeiras, Marilene Ropelato, Novel, Serebay Reformas, Simmetria

Como construir um banco de imagens com seus produtos e cheio de personalidade para suas redes sociais

O post de hoje é sobre construir um banco de imagens com seus produtos. Por que fazer o banco de imagens personalizado e não comprar imagens genéricas?

Vista de cima. Duas tábuas de frios: uma com pão artesanal semi fatiado, a outra, abaixo com queijos, uvas, figos, azeitonas, pasta de amendoim e especiarias That's Nuts. Sobre a mesa um pote de vidro com grissinis e pasta de amendoim e ora pro nobis da That's Nuts.
Banco de imagem produzido para That's Nuts.
Fotografia: Bia Nauiack
Cliente: That’s Nuts
Tábua: Winífera
Food e prop stylist: Ana Cláudia Spengler

Essa é fácil: porque o cliente espera ver imagens lindas, ambientadas, com a identidade da SUA MARCA, um banco de imagens exclusivamente seu. E porque os seus produtos – e seus clientes – são tão especiais que merecem esse cuidado.

Tudo o que faça com exclusividade para seus produtos é um engrandecimento da sua marca.

Então, como fazer esse banco de imagens?

No meu processo de trabalho fotográfico, para construir uma identidade junto aos seus produtos, estudamos juntos as melhores formas de mostrar seus produtos ao seu público. Se através de receitas, se através de espaços, se através de cores, ambientações… cada marca e cada produto com suas qualidades.

Vista de frente. Ao lado esquerdo metade de um corpo de mulher, em desfoque. Mão esquerda sobre o colo. Mão direita está pegando xícara de chá Moncloa, que está sobre uma pilha de lidos livros, que está sobre o braço de um sofá, onde também há um bole de biscoitos. Também sobre os livros há um óculos de grau.
Na mão direita da mulher há anéis de bolas da Maria Dolores.
Banco de imagem produzido para Moncloa Tea Boutique.
Fotografia: Bia Nauiack
Cliente: Moncloa Tea Boutique
Jóias: Maria Dolores
Food e prop stylist: Ana Cláudia Spengler
Vista de cima. Ao fundo piso de concreto com três chás da Campo Largo: o da esquerda é o 3 Chás, o do meio, um pouco mais acima, de hibisco e cranberry e o da direita de Chá Verde, sendo alcançado por uma mão feminina. Na cena também há dois buquês de flores do campo: Um abaixo do chá central e um acima entre o Chá de hibisco e o chá verde. A esquerda da cena há algumas flores soltas.
Banco de imagem produzido para Sucos Campo Largo.
Fotografia: Bia Nauiack
Cliente: Sucos Campo Largo
Flores: Agapanthus
Food e prop stylist: Ana Cláudia Spengler

Eu trabalho com processos de 3 a 12 meses de construção de banco de imagens personalizado, dependendo do produto ou do serviço oferecido e a quantidade de postagens que será feita ao longo do tempo.

São sessões mensais, que envolvem temas, produções, pesquisa, planejamento e execução.

É muito importante ter uma frequência e uma consistência ao fazer as fotografias que serão armazenadas para o banco de imagens. É importante pensar no que cada imagem diz sobre o produto e como isso se encaixa nas suas publicações.

É um trabalho muito legal! Cada cliente com sua imagem de marca, com seus processos únicos e suas concepções. As fotografias adequadas aos seus produtos terão mais engajamento, maior visibilidade da marca e consequentemente melhores vendas.

Você já pensou em ter um estudo fotográfico exclusivo para sua marca?

Com as fotografias que falam sobre o seu produto, e não as fotografias genéricas de banco de imagens, você se aproxima do consumidor.

Vem comigo criar imagens com a sua identidade!

Entre em contato! Peça um orçamento.

A fotografia de arquitetura noturna mostra elementos diferentes da fotografia diurna

A fotografia de arquitetura noturna mostra elementos diferentes da fotografia de arquitetura diurna. Você concorda?

Há obras arquitetônicas que ficam evidenciadas quando a noite chega. Alguns elementos podem sobressair na luz do dia, outros, quando bem iluminados, à noite.

Fotografia de arquitetura diurna: Casa com telhado invertido, volumes bem marcados e cobogó na fachada, fotografada à luz do dia. Isso evidencia os volumes da fachada.
Projeto e execução: Cristiano Eduardo Moro Réboli
Fotografia: Bia Nauiack
Fotografia de arquitetura noturna: Casa com telhado invertido, volumes bem marcados e cobogó na fachada, fotografada à noite. Isso evidencia os cobogós da fachada, por onde vaza a luz do interior da casa.
Projeto e execução: Cristiano Eduardo Moro Réboli
Fotografia: Bia Nauiack

É importante ouvir o profissional que concebeu o projeto, para pensar qual a melhor opção na hora de fotografar seus espaços e suas obras.

O uso dos espaços também deve ser observado.

A fotografia de arquitetura noturna deve ser feita com maior cuidado que a fotografia à luz do dia. Ela é extremamente técnica, com uso adequado de equipamentos e ajustes corretos da câmera.

Projeto e execução: Cristiano Eduardo Moro Réboli
Fotografia: Bia Nauiack

Por que procurar um bom profissional para fotografar arquitetura à noite?

Para a fotografia ter a qualidade técnica essencial para mostrar todas as características dos seus projetos, que foram tão bem pensados e tão bem executados.

Os dois maiores erros da fotografia de arquitetura noturna são: imagem tremida e pixels aparecendo. Características essas que são resolvidas com técnicas de fotografia.

Um bom fotógrafo de arquitetura fará com que seu projeto seja registrado da melhor forma: estudará a(s) melhor(es) hora(s) para fotografar, fará os clicks com os equipamentos adequados e fará o tratamento e pós-produção corretos para seus trabalhos.

Por fim, você poderá divulgar seu trabalho com melhor qualidade. Isso faz seu trabalho ter maior engajamento na divulgação de seus projetos, consequentemente, mais e melhores clientes.

Entre em contato comigo para me contar um pouquinho do seu trabalho e decidirmos juntos quais os melhores momentos para registrá-lo.

Comemos com os olhos?

Há um ditado que diz que “comemos com os olhos”. Vitrines bonitas, coloridas, com aqueles doces lindos e suculentos chamam a nossa atenção. E mesmo sem fome, bate aquela vontade louca de comer tudo que está exposto naquele balcão de vidro, quase ao nosso alcance.

Texto de Renata Vidal, do blog Cozinha da Rê

Nas loucuras do dia a dia, na nossa correria diária e na onda do virtual, deixamos de olhar as vitrines para encararmos as fotos digitais, que nos fazem passar mais vontade do que sede no deserto!

Vitrine de doces da Harrods, em Londres. Cheia de bombons de variados tipos.
Vitrine física da Harrods, em Londres
Fotografia: Bia Nauiack ©
Print de uma amostra do feed do Instagram da Harrods Food. Neste print há dois stop motion e sete fotografias de comidas variadas.
Vitrine Virtual Harrods Food, no Instagram, em 26.04.2019
A fotógrafa Bia Nauiack cria esse banco de imagens para sua marca

A fotografia de comida é hoje, dentro das redes sociais, as vitrines maravilhosas que nos fazem salivar com os olhos, cobiçar a comida alheia e sair de casa para provar aquele doce, salgado ou mesmo drink que apareceu na nossa timeline. Bom, eu sou assim. E você? Já saiu de casa para comer alguma coisa, só porque apareceu na tela do seu celular?

A fotografia de comida não apenas incentiva você a querer comer, ela faz parte da estratégia de quem está do outro lado. Ou seja, de quem a produziu, tornando-a uma ferramenta importantíssima de venda ou, para falar bonito, de marketing. 

Quem não é visto, não é lembrado. Talvez o ditado mais “aplicável” ao mundo virtual! Com isso, boas fotos de comida são importantíssimas para quem trabalha com gastronomia, produz comida, tem um estabelecimento ou mesmo vende produtos sazonais.

O Instagram da Cozinha da Rê começou em Novembro de 2014, e depois de mais de 1140 publicações, muita coisa mudou. Tanto nos algoritmos da plataforma como na maneira de retratar minhas produções diárias e produtos de vendas.

Para vender os Bolinhos de Natal, entendi que seria necessário a contratação de um profissional para produzir fotos mais chamativas, vendáveis, digamos assim. E a cada ano, é necessário inovar e se adaptar aos novos hábitos das redes sociais. Por isso, a Bia produziu um lindo stop motion com o meu bolinho e a delicadeza da embalagem. O resultado fez toda a diferença na hora de apresentar o produto e “vender” pelas mídias sociais.

Stop motion feito para Cozinha da Rê
Fotografia e stop motion: Bia Nauiack ©

O Workshop de Comida Fotogênica que produzimos juntas tem esse objetivo. A ideia não é transformar o público alvo em grandes profissionais da fotografia. Mas que estas pessoas, em sua grande maioria, pequenos empreendedores, percebam a diferença que uma boa fotografia traz para a exposição do seu produto. De novo, a vitrine tem que chamar a atenção precisa. 

Faz todo o sentido mudarmos o nosso olhar em relação ao que produzimos. Se vendemos como algo bom e gostoso, como brownies e cookies, tem que arrumar a vitrine. E a nossa vitrine hoje, são as redes sociais. Uma bela fotografia diz mais do que mil palavras. Ela vende!

Conheça os desafios de fotografar neon na fotografia de arquitetura

Fotografar neon não é moleza. A fotografia do neon, na fotografia de arquitetura, precisa ser muito bem planejada para um bom resultado.

Uma das minhas lojas preferidas de produtos naturais, em Curitiba, é a Bem Integral Consumo Consciente. Lá eu fui desafiada a fotografar um neon novinho, cheio de luz verde.

Aquela luz invade a cena, vaza verde para todos os lados, é linda, mas precisa de técnica para ser solucionada.

As técnicas são concebidas desde os cliques até a hora do tratamento. Aliás, neste caso, é imprescindível o tratamento bem feito. Minha equipe de tratamento também foi desafiada pelo neon verde.

Fiz 6 cliques para cada fotografia finalizada. Para conseguir o resultado da “leitura” do neon.

Fotografia interna, não tratada, com neon que não está nítido, na Loja Bem Integral, em Curitiba. Prateleiras em madeira com produtos não alimentícios.
Um dos cliques originais, com luz medida em exposição 0,00, sem tratamento
Fotografia: Bia Nauiack

Sempre uso a máxima: “Fotografar é um exercício de paciência”. Sabe por que? Porque fotografar deve ser feito sem pressa, com cuidado, com dedicação. E extendo essa frase para o tratamento também, que deve ser feito minuciosamente, com bastante atenção.

A correria não acompanha a minha fotografia. Apesar de sempre gostar de entregar as fotografias antes dos prazos, aprecio muito a calma na hora dos cliques.

Quer ver o resultado do neon?

Aqui está.

Fotografia interna, tratada, com neon bem nítido, escrito "consumo consciente", na Loja Bem Integral, em Curitiba. Prateleiras em madeira com produtos não alimentícios.
A fotografia final, tratada, com o neon bem nítido
Fotografia: Bia Nauiack

Gostou do resultado? Tem um lugar bem lindo, com neon para fotografar? Me chama! Vou adorar mais desafios!

Entre em contato para conversarmos e planejarmos a melhor forma de fotografar seu espaço!

Tenho mais fotografias deste espaço lindo, cheio de cuidado. Mas isso é assunto para outro post, que já está sendo escrito com muito carinho para você.

Vem logo fotografar comigo! Vem!

Chá com emoção, suas complexidades e muitas possibilidades, por uma sommelière de chás

O chá tem tamanha complexidade, tantas possibilidades e é tão cheio de graça que pedi para minha amiga, sommelière de chá, Ana Cláudia Spengler, para falar um pouco sobre essa delicada e saborosa bebida.

Xícara com chá, flores e partitura à mesa de madeira
Fotografia: Bia Nauiack ©
Food e prop styling: Ana Cláudia Spengler
Cliente: Catherine Fine Teas
Texto de Ana Cláudia Spengler, do blog Muito Além da Cozinha

“O açúcar, o café, o chá, o chocolate, as bebidas alcoólicas e todas as misturas resultantes fizeram da boa mesa um todo mais variado, do qual o vinho tornou-se um acessório mais ou menos indispensável; pois o chá pode perfeitamente substituir o vinho no desjejum.”

Adoro este pequeno trecho de A Fisiologia do Gosto, de Brillat-Savarin! Em primeiro lugar porque gosto de pensar a “boa mesa” de forma abrangente, como uma imensa gama de sensações e prazeres que podemos desfrutar quando não nos prendemos a hábitos ou preconceitos. Num mundo onde muitos ainda teimam em se dividir em grupos – amantes do café vs. amantes do chá, apreciadores de cerveja vs. enófilos – muito me agrada um apreciador que se permite experimentar, sem segregações, enfim, um apreciador dos prazeres da mesa, das “misturas resultantes”.

Mas meu interesse nessa passagem específica (entre tantas pérolas deste livro) é pelo trecho ao final, quando ele diz que o chá pode muito bem substituir o vinho numa refeição. Não poderia deixar de achar graça no inusitado de se tomar, corriqueiramente, vinho no café da manhã, mas não foi isso o que mais me chamou a atenção, e, sim, o paralelo entre o chá e o vinho.

Mesa de trabalho com uma xícarade chá e uma máquina de escrever antiga
Fotografia: Bia Nauiack ©
Food e prop styling: Ana Cláudia Spengler
Cliente: Moncloa Tea Boutique
Jóias: Maria Dolores

Mas meu interesse nessa passagem específica (entre tantas pérolas deste livro) é pelo trecho ao final, quando ele diz que o chá pode muito bem substituir o vinho numa refeição. Não poderia deixar de achar graça no inusitado de se tomar, corriqueiramente, vinho no café da manhã, mas não foi isso o que mais me chamou a atenção, e, sim, o paralelo entre o chá e o vinho.

Aprecio o chá há muitos anos e meu interesse vai além do sabor e do ritual. Muito do meu lazer na última década foi dedicado à pesquisas sobre o chá, busca por marcas e fornecedores e, é claro, muita degustação. O que era uma brincadeira virou parte da minha realidade profissional e a brincadeira ficou séria!

O prazer que o chá proporciona foi ampliado pelas companhias em torno dele, pelas experiências de harmonização e pelas receitas em que o chá entrou na lista de ingredientes… cada experiência traz um novo horizonte. Mas… o que isso tem a ver com o Brillat-Savarin?

Acontece que, outro dia, numa passada de olhos pelo livro (que não sai da minha cabeceira) li novamente este trecho, que despertou um lindo paralelo entre o chá e o vinho – que já era claro pra mim, mas tive o prazer de reconhecê-lo aqui, num texto com mais de 200 anos.

Mãos segurando uma xícara de chá. Macarrons, lavanda e bule sobre mesa de madeira.
Fotografia: Bia Nauiack ©
Food e prop styling: Ana Cláudia Spengler
Produtos: Le Creuset
Mulher acariciando cachorro e segurando uma caneca de chá
Fotografia: Bia Nauiack ©
Food e prop styling: Ana Cláudia Spengler
Cliente: Moncloa Tea Boutique
Jóias: Maria Dolores

O chá tem tamanha complexidade, tantas possibilidades de processamento, tantos métodos de extração que aumentam ainda mais a gama sensorial, tão rico quando harmonizado com pratos e outras bebidas, que não poderia estar num patamar inferior ao vinho. E, ao meu ver, ainda em vantagem, por ser uma bebida não-alcoólica e assim poder proporcionar o prazer gastronômico a qualquer conviva, independente da idade, condição de saúde, ou mesmo religião. Foi isso que vi, somente agora, no texto do livro. Vou além: penso que o chá pode, perfeitamente, substituir o vinho em qualquer refeição, sem diminuir as possibilidades de prazer que a boa mesa pode nos oferecer!

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Agradeço muito por esse texto maravilhoso, Ana Cláudia Spengler!

Espero que tenham gostado do texto tanto quanto eu, que estou aqui lendo e tomando um chá muito cheiroso.

O que achou? Deixe um comentário! Ou entre em contato!

Fotografia de jóias que me levaram à Tailândia

O foco do meu trabalho é a fotografia de gastronomia e de arquitetura. Mas sempre tenho oportunidade de fotografar também produtos maravilhosos, como as fotografias de jóias que fiz para Bergerson.

As referências vieram da Tailândia, para a coleção Du Jour. Que viagem maravilhosa!

Fiz esse trabalho exclusivamente para as mídias sociais: Instagram e Facebook da Bergerson Jóias.

Na fotografia das jóias, há a preocupação em manter as cores das pedras e pérolas e que fiquem visíveis as curvas dos metais. Mas isso depende de cada cliente.

Colar Bergerson Coleção Du Jour fundo rosa com sombra de coqueiro
Cliente: Bergerson Jóias
Fotografia: Bia Nauiack
Produção: Ana Cláudia Spengler e Ana Paula Ivankiw

O tratamento também é bastante trabalhado, porque é necessária a “limpeza” das jóias, dos reflexos e das cores.

Brinco de pérola Bergerson Coleção Du Jour fundo de folhas verde escuras
Cliente: Bergerson Jóias
Fotografia: Bia Nauiack
Produção: Ana Cláudia Spengler e Ana Paula Ivankiw
Anel de pérola Bergerson Coleção Du Jour fundo rosa e folhas verde escuras com pontas rosa
Cliente: Bergerson Jóias
Fotografia: Bia Nauiack
Produção: Ana Cláudia Spengler e Ana Paula Ivankiw

As cores da sessão foram trabalhadas conforme as solicitações da agência Taste. Nos tons da divulgação da coleção: rosas e verdes.

É muito importante fazer um briefing ou montar um caderno de referências antes da sessão de fotografia. Assim, essas referências nortearão a sessão e o resultado será muito melhor.

Eu sempre faço um caderno de referências para o cliente. Assim minha equipe consegue saber quais os objetos que serão usados em cada cena, com quais produtos e faz a sessão ser muito mais produtiva.

E não podia deixar de contar que também fotografei meus amados stop motions!!!!

Cliente: Bergerson Jóias
Fotografia: Bia Nauiack
Produção: Ana Cláudia Spengler e Ana Paula Ivankiw
Cliente: Bergerson Jóias
Fotografia: Bia Nauiack
Produção: Ana Cláudia Spengler e Ana Paula Ivankiw

A divulgação, belas fotografias e vídeos legais dos produtos são tão importantes quanto os produtos. Concorda?

Vem comigo fazer fotografias e stop motions dos seus extraordinários produtos! Entre em contato!

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O Que Acontece No Workshop De Comida Fotogênica Que Você Vai Gostar De Saber

Criei esse post, sobre esses “O que acontece do Workshop de Comida Fotogênica que você vai gostar de saber”, para mostrar um pouquinho mais dos bastidores e do conteúdo do Workshop.

É importante saber que cada um dos alunos fizeram o Workshop com interesses diferentes. Alguns fotógrafos, outros com produtos de muita qualidade com mercado consolidado, outros com produtos – também de qualidade – a serem lançados, alguns donos de restaurantes, chefs de cousine…; tivemos equipamentos de todos os tipos, desde câmeras profissionais, câmeras de entrada, câmeras point and shoot e muitos celulares cheios de recursos.

Quando concebemos o Workshop, eu e a Rê, da Cozinha da Rê, não imaginamos a alegria que ele iria nos trazer, ao ensinar, num tempo bem curto, o máximo que conseguimos sobre a montagem das cenas e sobre a fotografia de alimentos.

Na terceira edição do Workshop, incluí uma breve apresentação de edição e tratamento de imagens, para elas ficarem ainda mais apetitosas.

Em busca da melhor luz

A gente se diverte, muda a composição de uma janela para outra. Vem sol, abaixa a cortina, levanta a cortina, vai para a sombra…

Pilha de brownie de chocolate, aluna sentada no chão fotografando esta pilha, em busca da melhor luz
Buscando a luz

Ajusta e reajusta a cena

Gira prato, coloca uma flor, segura uma xícara (COME O PRODUTO rsrsrs)… faz o clique final, dá mais uma mexidinha ali e pronto.

Aluna sentada no sofá, vista de cima, segurando xícara ducha com as duas mãos. No braço do sofá há uma bandeja com pires, cookies e uma flor. Tapete torto no chão de madeira.
Ai esse tapete…
Aluna sentada no sofá, vista de cima, segurando xícara ducha com as duas mãos. No braço do sofá há uma bandeja com pires, cookies e uma flor. Tapete reto no chão de madeira.
Agora sim!

Humaniza as fotografias com as mãos dos coleguinhas

Em algumas cenas, além de dar um charme, a referência humana é bem importante.

Mini cocote preta com nhoque frito e pato desfiado e uma folha de salsinha. Sendo segurado com uma mão e a outra dando suporte em baixo.
Mão da coleguinha, fotografia e tratamento da Gaby Schroeder.
Mulher em desfoque ao fundo, com suas mãos em foco, servindo vinho em uma taça de cristal. Uma mão segura o vinho, a outra a taça.
Eu + vinho + fotografia e tratamento da Gaby Schroeder

Usa os produtos dos alunos

O Workshop é montado PARA os alunos e todos podem (e devem) levar os produtos que quiserem para fotografar.

Biscoito de polvilho sobre tábua de madeira rústica, ao fundo, desfocado, os ingredientes que dão sabor a este biscoito: cebola e salsinha.
Produto CROCK Mania + fotografia e tratamento da Silvia Sayuri Shishido
Vista superior de uma mesa branca com especiarias dentro de bowls e colheres alinhadas com especiarias dentro delas, sob a bancada.
Especiarias da Chef e Terapeuta Ayurveda Ceci Luna
bancada em madeira rústica e xícara de chá em desfoque. Foco em um vaso de suculentas, ao lado direito da imagem, visto de cima.
Chá artesanal orgânico M Le Thé com fotografia e tratamento da Bia (Maria Beatriz)

Duas tardes de Workshop é pouco para tanto que tenho para falar. Como disse ontem a Clarice: “Quando você fala de fotografia, seu olho brilha.” Acredito que sim, porque sou incrivelmente apaixonada por tudo que a fotografia me traz: os produtos, as luzes, as sombras, os espaços e, principalmente, as pessoas!

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Ficou com vontade de fazer o Workshop?… Porque eu e a Rê temos vontade de repetir, de tanto que gostamos!

Também tenho um trabalho voltado para o SEU PRODUTO, uma consultoria específica de montagem de cenas, busca da melhor luz, composição e fotografia com o que é mais importante PARA VOCÊ. Vem fazer parte do meu time! Preencha o formulário abaixo ou mande uma mensagem por WhatsApp, para ter fotografias novas toda a semana nas suas redes sociais!

Ainda não temos data programada, mas você pode se cadastrar neste formulário abaixo, para eu enviar as novidades do próximo Workshop, quando abrirmos. As turmas são pequenas, de apenas 6 pessoas, porque eu gosto de me envolver com todos os participantes e os produtos. Corre!

Please enter your email, so we can follow up with you.
+55 xx xxxxx-xxxx

O movimento que você nunca imaginou na fotografia de arquitetura

O post de hoje vai além da fotografia de arquitetura.

É sobre como mostrar o trabalho do arquiteto, decorador, designer ou construtora, criando movimento.

O movimento na fotografia de arquitetura aproxima o observador do projeto, dos seus usos e funções. O movimento faz com que o observador da fotografia SINTA A IMAGEM e se projete para dentro daquele espaço, com maior facilidade. Isso faz o cliente se interessar ainda mais pelo espaço fotografado e por quem o concebeu.

Como é feito o movimento na fotografia de arquitetura?

Eu faço o movimento de duas maneiras: ou com stop motion e/ou com pessoas em movimento na hora do click. Essas pessoas parecem calungas de croquis, borradas. Elas dão referência de tamanho e de usos, e são muito delicadas.

Fotografia: Bia Nauiack
Móveis: Bontempo
Fotografia: Bia Nauiack
Bem Integral Consumo Consciente

O stop motion, para demonstrar o espaço, é uma alternativa muito interessante. Ele pode ser montado para mostrar um detalhe interno de um móvel, fazer um convite para conhecer um projeto ao abrir a porta de uma casa ou prédio, ou outras ideias que chamem a atenção dos clientes e futuros clientes do escritório de arquitetura, construtora, design de interiores.

Sou formada em Arquitetura e Urbanismo, mas hoje em dia trabalho somente com fotografia… de arquitetura e gastronomia. Conheço muito bem o valor de mostrar com profissionalismo a estética e referências dos espaços.

Venha fazer seu stop motion comigo! Ou clicar seus projetos com movimento. Você vai perceber que terá muito mais engajamento quando a fotografia mostrar além do que o espectador espera. Vem!

Preencha o formulário a seguir e vamos conversar sobre a melhor forma de fotografar suas idéias! Vem!

+55 xx xxxxx-xxxx
Ex.: Apartamento no Bairro x, com 3 ambiente; ou ainda, Sala de Estar minimalista... Escreva um pouquinho sobre seus ambientes.